Escolas portugueses integram rede de ideologia de género financiada em 3 milhões pela União Europeia. Muitos dos destinatários são crianças que estão na pré-escola ou no ensino básico e vai desde vocabulários inclusivos, “mudar atitudes sociais em relação à diversidade de género” e abordar temas como géneros não binários e identidade de género.

O Diversity and Childhood (2019-2021) (que recebeu €528 mil) tem como objectivo “mudar as atitudes sociais em relação à diversidade de género nas crianças em toda a Europa”. Portugal é abrangido através do CES (Centro de Estudos Sociais).

Já o Gender ABC (2018-2020) (que recebeu €485 mil) é um Programa Educativo para Escolas Primárias que aborda o tema da orientação sexual e identidade de género, tendo como tópicos principais:

• Género e identidade de género

• Orientação sexual

• Inclusão e diversidade

• Bullying com base no género

• Género não binário, género não conforme

• Família nuclear (diferentes tipos, incluindo LGBTQI)

Portugal é abrangido através da APF (Associação Para o Planeamento da Família). Abaixo poderá ver alguns dos exercícios propostas aos alunos:

O Inclusion Vocabulary 2020-2022 (que recebeu €234 mil) criou o Manual de Vocabulário Inclusivo para implementação de um vocabulário inclusivo dentro da sala de aula para alunos pertencentes a grupos LGBTQI+. Esta iniciativa abrange Portugal, através do Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto, Porto.

O KINDER (2021-2023) (que recebeu €519 mil) apresenta-se como uma “pedagogia para as questões de género na educação infantil”. O programa promove currículos de formação para profissionais que trabalham com crianças na pré-escola (3 a 6 anos) e nos primeiros ciclos do ensino básico obrigatório (7 a 12 anos). Portugal é abrangido através do CES (Centro de Estudos Sociais).

O Mind the Gap (2021-2022) (que recebeu €437 mil) tem como objectivo “combater os estereótipos de género” na educação em Itália, Espanha e Portugal, reduzindo assim a influência das expectativas de género nas escolhas dos jovens na educação, no trabalho e na vida. Portugal é abrangido através da APF (Associação Para o Planeamento da Família).

O SENSEI (School EducatioN for Sustainable and Equal Inclusion) 2023-2026 (que recebeu €704 mil) trabalha na inclusão de estudantes que são membros da comunidade LGBTQI+. O projecto abrange Portugal, através da Associação de Professores de História.

Já o School’s Out 2020-2022 (que recebeu €250 mil) promove “um ambiente escolar melhor para alunos LGBTI, aumentando o conhecimento dos professores”. Este projecto abrange Portugal através da ILGA Portugal.

Fontes:

https://brussels.mcc.hu/publication/indoctrinating-children-how-brussels-embeds-gender-identity-in-the-classroom

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