- Quem somos?
A Lobo Media é um media alternativo de investigação independente que coloca as fontes em primeiro lugar.
Consiste numa plataforma livre, apartidária, não doutrinária e sem qualquer orientação ideológica ou de qualquer outra natureza e totalmente independente de quaisquer interesses ou grupos económicos, religiosos, corporativos e partidários. Assim segue uma linha editorial totalmente transparente.
Para além de um ‘watchdog’, que investiga o poder político, financeiro e de lobbying.

2. O que fazemos?
A Lobo Media tem uma filosofia de ‘follow the money’, e está comprometido em ser uma força contrária ao poder concentrado.
As nossas investigações são profundas, orientadas a longo-prazo e com um impacto estrutural na sociedade, de forma a preconizar uma ‘reinformação’ da sociedade portuguesa.
3. Quais as temáticas das nossas investigações?
- Financiamentos, lobbying e conflitos de interesse;
- Corrupção e falta de transparência;
- Influência corporativa na política e sociedade;
- Regulação das Big Tech e dos sectores financeiros;
- O papel da agricultura, Big Pharma e da indústria da Defesa;
- Políticas relativas às ‘alterações climáticas’ e sistemas energéticos.
4. Como somos financiados?
Somos financiados pelos nossos leitores, não por bilionários. O nosso site não tem anúncios nem conteúdos patrocinados. Sendo assim, ninguém nos poderá dizer o que escrever ou investigar.
5. Porque foi criado o projecto?
Nascemos com o objetivo de fornecer aos leitores informação sustentada em evidências científicas. Acredita-se que os leitores devem ter acesso a toda a informação e não apenas a dados parciais ou fragmentados. Valorizamos a troca de ideias e promovemos a opinião informada, pertinente, relevante e especializada.
Conduzimos a nossa acção pelo rigor na informação, apostando na diversidade de opiniões, e recusando perspetivas sensacionalistas.
Defendemos intransigentemente o espírito da Constituição Portuguesa e a vida em Democracia, bem como a Carta Universal dos Direitos Humanos, assente na completa liberdade de expressão.
Perseguimos os princípios da liberdade de acesso à informação e de expressão, da democracia, da inclusão, da opinião, e da dignidade humana. Assumimo-nos contra todas as formas de censura, de sensacionalismo e populismo, de exploração da condição humana em troca de audiência e de manipulação da informação.
Acrescentamos que somos um projeto que pretende convidar os leitores a pensar a informação de forma diferente, a ver além do óbvio e a desenvolver o sentido crítico. Tentamos também estimular uma opinião pública forte, interessada, participativa e informada, que reforce uma sociedade democrática e plural. Para tal, defendemos que os conteúdos publicados devem pautar-se pela honestidade intelectual, rigor factual e diversidade de perspetivas, com base em fontes credíveis.
Também, apoiamos a divulgação de iniciativas de cariz cívico e que promovam o maior envolvimento dos cidadãos na vida do país.
Finalmente, defendemos a livre concorrência, rejeitando todas as formas de monopólio e outras distorções de concorrência.
6. Qual a nossa missão?
A nossa missão é contribuir para uma sociedade mais informada e esclarecida, promovendo a literacia científica e o pensamento crítico sobre as temáticas que nos rodeiam.
Procuramos divulgar informação proveniente de diversas áreas científicas, oferecendo diferentes perspetivas sobre assuntos de interesse público e explorando novas abordagens através de investigação independente, análise crítica e trabalho de base científica.
Centramo-nos em problemas reais, procurando estimular o debate de ideias e incentivar um pensamento “out-of-the-box”, livre, informado e fundamentado.
Nota: A Lobo Media assume-se como um projeto editorial independente e alternativo, não exercendo atividade jornalística profissional nos termos legais, sem prejuízo do respeito pelos princípios éticos, pela veracidade factual e pela responsabilidade na divulgação de conteúdos.
Este projeto editorial é uma iniciativa independente e não constitui um órgão de comunicação social registado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), não se enquadrando no regime jurídico aplicável aos órgãos de comunicação social.
