Nos primeiros 7 meses de 2022 registaram-se mais de 10 mil mortes por mês, facto que não acontecia há mais de 100 anos. No entanto, segundo um relatório da DGS, a Covid-19 foi apenas a 4ª causa de morte de 2020, representando cerca de 5,9% dos óbitos.

Um estudo do ContraCultura, examinou a mortalidade mensal e anual em Portugal ao longo de 11 anos, identificando padrões sazonais e tendências de longo prazo. Sendo que, em 2021 e 2022 registou-se um excesso de mortalidade de mais de 1.350 mortes face a 2020. De notar que, Marta Temido era Ministra da Saúde pelo Partido Socialista nos períodos em que houve este mesmo excesso de mortalidade.

Vacinas

Segundo um relatório da Agência Europeia do Medicamento e confirmado em conferência de imprensa no Parlamento Europeu, verificou-se que as vacinas não impediam totalmente a transmissibilidade da Covid-19.

Recentemente, um jornalista do Sol publicou uma peça delineando vários testemunhos de reacções adversas após a toma da vacina contra a Covid-19. Igualmente, na Assembleia da República discutiu-se uma petição assinada por 70 médicos, 40 enfermeiros, 11 farmacêuticos e mais 3000 cidadãos a exigir a reparação de cidadãos com reacções adversas às vacinas contra a Covid-19.

Por último, o autor do artigo do ContraCultura entende que a vacina da AstraZeneca foi suspensa ou restringida em vários países devido a preocupações com reações adversas raras.

Uso das máscaras

Segundo o artigo do ContraCultura, as máscaras e os confinamentos impediram a socialização e a exposição à vitamina D da luz solar. Tais factores poderão ter contribuído para problemas de saúde mental. O autor cita o relatório da Câmara dos representantes dos EUA, que tem o seguinte capítulo: ‘Os confinamentos prolongados devido à COVID-19 prejudicaram desnecessariamente a saúde mental dos americanos‘.

Remdesivir

A Lobo Media já tinha investigado que Fernando Maltez, médico português, foi financiado em €78 mil por farmacêuticas, sendo que parte foi direccionado para a promoção de antivirais Covid-19, como o medicamento Remdesivir. Os financiamentos ocorreram entre 2020 a 2022.

Segundo o artigo do ContraCultura, realizaram-se 79 estudos de 1.242 cientistas e dados envolvendo 202.845 pacientes a nível mundial, em 24 países, que demonstram que o antiviral Remdesivir não teve benefício estatisticamente significativo em alguns estudos analisados.

Ainda, alguns estudos indicam um possível risco de lesão renal aguda após a toma do antiviral Remdesivir.

Notas:

A. Fonte dos dados

Obtivemos o número de óbitos a partir do Sistema Português de Certificação Electrónica de Óbito. Através da mortalidade diária nacional desde 01 de Janeiro de 2014 até 31 de Dezembro de 2024.

B. Métodos de análise

Calculamos a Taxa de Mortalidade por Mês calculando a mortalidade geral considerando a mortalidade geral em território nacional e avaliando os períodos homólogos anuais.

Normalmente, a constante de normalização é 1.000 ou 100.000, dependendo da convenção usada para expressar a taxa (por mil ou por cem mil), neste caso usaremos a constante de normalização de 1000.

Fontes:

Análise da Mortalidade Anual e Mensal em Portugal: Um Estudo Longitudinal.

Wenstrup Delivers Remarks at COVID Select’s Final Report Markup, Releases Recommendations for a Path Forward – United States House Committee on Oversight and Government Reform

Renal and Hepatic Toxicity Analysis of Remdesivir Formulations: Does What Is on the Inside Really Count? – PMC

Wayback Machine

Remdesivir for COVID-19: real-time analysis of 147 studies

KM_C227-20201117131121

Autorização da compra de Remdesivir publicada em Diário da República

press conference on the letter from EMA, by Forum for Democracy in the European Parliament

5.3.6-postmarketing-experience.pdf

400 mil idosos receberam segunda dose de reforço – Observador

Fontes Multimédia:

File:1721735965775 20240723 EP-171121A DE1 EG 02.jpg – Wikimedia Commons

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